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COOPERFAT começa as ações oficialmente

Desde o final do mês de junho a COOPERFAT, Cooperativa de Fruticultores do Alto do Taquari, vem iniciando os trabalhos de classificação dos citros.
Mas antes de relatar esse importante momento, há de se lembrar que todo o processo iniciou há mais de quatro anos, muitas lutas travadas, muitas reuniões, viagens, buscas  incansáveis por pessoas que acreditassem na idéia de cooperativismo para os  fruticultores, pressões políticas, enfim, muitos foram os desafios a esse grupo de visionários e sonhadores que hoje chegam e apresentam a cooperativa funcionando e começando a apresentar os primeiros números à sociedade.
Segundo o Presidente da Cooperfat, Anoar Mistura, o início das operações de classificação dos citros significa mais uma vitória “É importante chegarmos a esse momento tão sonhado, ver a máquina funcionando é uma grande vitória a todos nós que pensamos por muitas vezes esse momento” comentou.
Anoar destaca que a primeira leva de laranjas foram classificadas na última semana de junho, já nessa quinta-feira, 5 de julho, iniciou a classificação da segunda leva e assim os trabalhos seguirão “São 52 associados, sendo que 31 são de citros e todos que estão com laranjas no ponto de colheita estão já marcando o seu dia de classificação, nessa semana estamos classificando as laranjas de José Tomazi, o Dépi, e Jaimir Borsatto, que cultivam na linha 6ª Arvorezinha” comentou.
A produção da Cooperfat está sendo encaminhada para uma empresa de Farroupilha, sendo que essa após encaminhará as frutas ao destino final.
Segundo Anoar, o preço não está alcançando o valor esperado “Chegamos a R$0,55 centavos o quilo da fruta, sendo que após extraídos todos os investimentos o lucro alcança R$0,28 centavos para o produtor, esperávamos chegar a R$0,35 centavos de sobras” comentou. Um aspecto que está atrapalhando na negociação é a Laranja vinda de São Paulo que chega no Estado a R$0,30 centavos posta, uma concorrência desleal.
Dos pontos positivos dos citros da região estão quanto ao peso das frutas “Temos a média de 200 gramas, a indústria e os mercados exigem no mínimo 180 gramas, estamos acima da média, isso levando em consideração a estiagem.
A Cooperativa também está comercializando as laranjas que estão caíndo do pé em virtude das geadas “Quando os produtores conseguem ajuntar a tempo, deixando elas em condições aceitáveis, podemos comercializar o produto para uma empresa de sucos da serra gaúcha, diminuindo assim um pouco dos prejuízos”
Anoar não soube precisar exato quanto aos reais prejuízos que a estiagem e posterior a geada do início do mês passado causaram, “São muitos e quase que incalculáveis, em cada lugar um prejuízo” mas ele conclui dizendo que esse não é o ano dos citros “Esse não é o ano dos citros, estão com o preço baixo, quase desestimulando o produtor, mas, com a cooperativa agindo conseguimos amenizar os prejuízos” concluiu.
Até o momento a COOPERFAT já classificou 60 mil quilos de citros e a promessa é que esse numero triplique nos próximos dias.

 

Fonte; Jornal Notiserra

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