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Duas novas empresas se instalaram e puderam contar com Incentivos

O Município de Ilópolis conta com incentivos às empresas e contribui para a geração de emprego e crescimento do município.  Nesta semana, a redação do Notiserra visitou duas empresas que receberam incentivos da prefeitura municipal, entre as quais estão a Erva-Mate Serrena e a Vinícola Due Fradéi.

Erva-mate Serena

Segundo os empresários Ademi Carlesso, Natálio Pesini e Vilson Carlesso da Ervateira Ouro Mate o qual estão produzindo a erva mate Serrena, há cinco anos vinham pensando em abrir uma ervateira, a idéia foi amadurecendo até que no ano de 2011 chegaram a conclusão que estavam prontos para começar.
A empresa está em funcionamento há cinco meses e vem colhendo bons lucros com o produto circulando no mercado e obtendo ótimos resultados. Também é comercializada a erva-mate Canchada, na qual é vendida para outros ervateiros que não possuem secador.
“O ramo ervateiro é bastante disputado, mas se tiver qualidade há espaço para todos”, comenta Ademir.
Hoje a empresa é considerada familiar, pois trabalham na empresa os três sócios e suas esposas.
Os empresários optaram pelo ramo ervateiro pelo fato de terem a matéria-prima, ou seja, a erva-mate e a lenha juntamente com a mão-de-obra, tornando-se assim mais fácil.
Hoje a empresa já está distribuindo seu produto em Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.

 

 

 

 

 

 

Vinícola Due Fradéi

Segundo Marivete de 47 anos casada com Paulo Seco, sócio de Agostinho Seco na Due Fradéi que já existe há cinco anos.
“Há dois anos foi feito o vinho em um forno de fumo, com incentivo de um irmão de Paulo que mora em Mato Grosso, ele dizia que o vinho era muito bom, diferente do que havia lá, quando vinha passear acabava levando alguns litros para vender. E assim começaram aos poucos.”
Marivete conta que nunca vai esquecer que no primeiro ano fizeram 1500L. Começaram no porão de casa e terminaram no forno de fumo. Segundo ela, foram dois anos de sofrimento, as máquinas não funcionavam e era tudo manual. Hoje com a tecnologia tudo ficou mais fáci, as pipas já não são mais de madeira e sim de inox, tem máquina para moer a uva, par engarrafar, mas, porém, não se tem mão-de-obra, pois mesmo sendo utilizado tudo com máquinas, requer cuidados desde a retirada da uva até a colocação dos rótulos onde seu acabamento é artesanal.
Atualmente o que mais prejudica nesse ramo é o imposto, pois 50 % são revertidos ao governo.
Hoje a empresa conta com uma capacidade de armazenamento de pouco mais que 100.000 l, sendo que a bebida é vendida no RS e MG.
“Só trabalhando na roça com o plantio de fumo não dava, pois era muito sofrido e não queriam isso para seus filhos”. Finalizou Marivete.

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