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Promotora Graziela fala sobre o asfaltamento das ruas e a polêmica do calçamento ser ou não um Patrimônio Histórico

A Promotora Graziela Veleda falou sobre a questão do asfaltamento das ruas do centro da cidade, onde apesar de o município ter conseguido verba para a realização desta obra, no entanto, no inicio deste ano, algumas pessoas procuraram o ministério público questionando se podia ou não asfaltar as ruas, sendo que no entendimento de alguns,  não será uma coisa boa, levando até o Ministério Público alguns argumentos como o aumento de velocidade dos carros, o prejuízo que seria causado pelas drenagens das chuvas, além de que muitas pessoas estão preocupadas porque o paralelepípedo em si por ter uma característica de calçamento seria uma coisa de patrimônio histórico a ser preservado.

De posse dessas informações o Ministério Público juntamente com a promotora Graziela consultaram o prefeito do município de Arvorezinha, onde foram colhidas as justificativas para a realização desta obra.

Segundo a promotora, o Prefeito Municipal Luiz Paulo Fontana falou que a Corsan vai ter que trocar a tubulação de água que é de amianto que por lei e de direito de saúde pública tem que ser trocada por tubos de PVC, e com isso aproveitariam para fazer esse asfaltamento dos trechos das seguintes ruas: Rua Getúlio Vargas, Rua Daltro Filho e Rua Osvaldo Aranha.

Junto ao MP foi apresentado o projeto de drenagem, o qual levou a Caixa Econômica Federal a liberar o projeto, onde foi realizada  uma licitação para contratar uma empresa para que a obra comece logo, mas antes disso, a promotora Graziela fez uma reunião com o município onde pediu para que aguardem, pois foi pedido na sexta-feira dia 27 de março e encaminhado no dia 30 de março pelo correio para o IPHAE, que é o Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico do Estado, afim de fazer um parecer e laudo em relação a questão do calçamento ser ou não um patrimônio histórico a ser preservado.

Então a promotora juntamente com o Ministério Público está no aguardo desse laudo para que tenha o desenrolar dessa história. “E assim que chegar o laudo vamos ver qual é o teor do mesmo e se realmente o calçamento for um patrimônio histórico vamos sentar com o município e expôr a situação a ele, para ver que medidas eles pretendem adotar, lembrando que não temos o dia previsto para a resposta do laudo, pois pedi que fosse feito com a máxima urgência, até porque as obras estão na eminência de começar, mas o prefeito também não sabe ainda o dia de início das mesmas porque ele também depende de uma resposta da caixa econômica, e ficou de me avisar assim que obter uma posição para início das obras, mas por enquanto não vai ser feito”, Concluiu a promotora Graziela Veleda.Promotora Graziela Veleda

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